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Nota de pesar: morre ministro do STJ Ruy Rosado Aguiar Júnior

Ele é reconhecido como juiz e professor. Os integrantes do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo se irmanam aos magistrados, professores, alunos, amigos e familiares que perderam, neste sábado (24), o convívio com o ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Ruy Rosado, falecido aos 81 anos em Porto Alegre (RS). Enquanto a presença física do juiz e professor Ruy Rosado se esvai, sua obra, tanto na magistratura como no magistério continuarão a orientar o mundo jurídico e acadêmico. A cerimônia de despedida será às 15 horas deste domingo (25), no Crematório Metropolitano da capital gaúcha.   Ele atuou na corte entre 1994 e 2003 e chegou a presidir a 4ª Turma entre 1999 e 2001, deixa valioso legado para o Direito do Consumidor. Foi um dos precursores da Escola da Magistratura no Rio Grande do Sul e sempre se dedicou à formação e qualificação dos profissionais do mundo jurídico. Dirigiu a escola estadual e a nacional, na década de 80. Nas palavras do presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, que tinha grande apreço e respeitabilidade pelo colega, “o mundo jurídico e acadêmico perdem um profissional que se dedicou incansavelmente à melhoria das condições de vida dos seres humanos. Seja no aspecto institucional, quando estava sempre disposto a colaborar com o Poder Judiciário, ou no âmbito acadêmico, onde, por muitos anos, transmitiu a uma geração de juristas conhecimentos sólidos e irrefutáveis. Grande juiz, grande mestre e ser humano de primeira grandeza”. Nascido em Iraí (RS), Ruy Rosado era bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, com pós-graduação em Direito Penal e mestrado em Direito Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi promotor de Justiça entre 1963 e 1980, ano em que ingressou na magistratura. Ele atuou no Tribunal de Alçada Civil e foi promovido a desembargador do TJRS, onde atuou por uma década. Presidiu o Conselho Estadual dos Juizados Especiais e de Pequenas Causas (1989 a 1992), foi corregedor-geral da Justiça do TJRS (1992/1993) e 2º vice-presidente em 1994. Assumiu no STJ em 1994 e se aposentou em agosto de 2003. Foi professor de Direito Penal e Direito Constitucional em universidades gaúchas. imprensatj@tjsp.jus.br
24/08/2019 (00:00)
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